Dia da Mãe – Para agradecer a vida que temos e o que somos

Sara e Inês Gonçalves, com a mãe Amélia

Mãe

1. Mulher que tem ou teve filho ou filhos.
2. Mulher que cria e educa criança ou adolescente que não foi gerado por ela mas com quem estabelece laços maternais e a quem pode
 estar ligada por vínculos jurídicos 

É esta a definição de “Mãe” que está em qualquer dicionário comum. É interessante esta designação, pois raramente a temos presente nestes moldes no nosso dia-a-dia.

Aliás, ao longo da vida mudamos a imagem que temos da nossa mãe. Quando somos mais novinhos, as nossas mães são as heroínas do nosso pequeno universo: queremos sempre estar ao seu colo e fazer tudo o que elas fazem, pois naquela altura elas são o nosso maior exemplo.

Quando ficamos mais crescidos, na adolescência, a mãe passa a ser a “chata”, a “refilona”, a pessoa que “nunca me deixa fazer nada” e “muito injusta”!

Já em adultos, com a vida mais planeada, voltamos a ter a nossa Mãe como exemplo de vida e voltamos a dar a importância que toda a Mãe tem!

E que importância é essa? Bem, para cada um de nós a nossa mãe sempre foi melhor que qualquer mãe e ninguém nos convence do contrário!

No nosso caso, a nossa mãe sempre nos apoiou. Sempre nos acompanhou durante toda a vida escolar, na vida cristã e em tudo aquilo que ia acontecendo no dia-a-dia. Claro que nos acompanhou de uma forma educativa e maternal, guiando-nos sempre para o mais correto e o mais benéfico para nós.

E nós também a acompanhámos! Em pequeninas, puxávamos um banquinho e púnhamo-nos no lava-loiça a tentar ajudar a nossa mãe; tirávamos as panelas todas e fazíamos a nossa sopa imaginária; desarrumávamos toda a roupa e íamos buscar uma tábua de brincar para ajudar a engomar a roupa… nenhum método muito eficaz, como sabemos, mas que demonstrava que queríamos muito ser como ela!

Agora, as tarefas são outras, ajudando-a a ver aquelas letras mais pequeninas da revista, tomar conta da casa, ir às compras e tudo aquilo que já queríamos fazer em pequeninas!

De uma maneira ou de outra dar valor à nossa Mãe é sempre o mais importante e, também, retribuir tudo o que ela outrora fez com a nossa vida!

O Dia da Mãe é apenas uma data comemorativa em que se homenageia a mãe e a maternidade. Dizemos “apenas”, pois se há pessoa a quem devíamos agradecer todos os dias a vida que temos e aquilo que somos é à nossa mãe.

Inês e Sara Gonçalves

Partilhar:

Facebook
Twitter
Pinterest
LinkedIn
Relacionado

Outras Notícias

O primeiro lugar onde aprendemos a amar

No Dia Internacional da Família somos convidados a olhar para o lar como o primeiro espaço onde se aprende a amar. Entre gestos de escuta, partilha, perdão e cuidado, é no quotidiano familiar que se formam os laços e se constrói, dia após dia, a educação do coração.

Ler Mais >>

O contexto histórico da ‘Provida Mater Ecclesia’

Tornar mais conhecida a Consagração Secular é o objetivo de uma série de artigos que o Jornal da Família vai publicar ao longo dos próximos meses. A iniciativa tem no horizonte o dia 30 de janeiro de 2027, data em que os Institutos Seculares Portugueses vão celebrar os 80 anos da Constituição Apostólica Provida Mater Ecclesia. Este documento, publicado pelo Papa Pio XII, reconhece a Consagração Secular como uma forma legítima de vocação na Igreja. No primeiro artigo olhamos para o ano de 1947 para “O contexto histórico da Provida Mater Ecclesia”

Ler Mais >>

Redes sociais degradam bem-estar dos adolescentes

À medida que estudos e relatórios revelam o impacto negativo das redes sociais no bem‑estar dos adolescentes, torna‑se claro que a família, a escola e a sociedade têm um papel fundamental a desempenhar: educar para o amor, para os limites e para um uso responsável da tecnologia. Opinião de Jorge Cotovio.

Ler Mais >>