Casa Museu Monsenhor Alves Brás

Um espaço que preserva objetos que fizeram parte da vida do Venerável Monsenhor Alves Brás.

Casegas fica no concelho da Covilhã, encaixada entre montes e vales. É a terra natal de Monsenhor Joaquim Alves Brás. Foi nesta pequena aldeia, que hoje tem pouco mais de 400 habitantes, que nasceu e cresceu o menino Joaquim. A casa de família foi adquirida pelo Instituto Secular das Cooperadoras da Família (ISCF) e transformado em Casa Museu, inaugurada em 2008.

É um espaço que está de portas abertas para dar a conhecer o legado da vida e obra do fundador da família Blasiana. O espaço preservou muitos dos objetos que fizeram parte do dia a dia da família de Monsenhor Alves Brás e muitos objetos pessoais utilizados pelo Pe. Brás ao longo da sua vida de estudante e de sacerdote.

A Casa Museu fica na Rua de Santo António, 5, em Casegas, e para mais informações pode contactar o Centro de Cooperação Familiar na rua Monsenhor Joaquim Alves Brás, 12, também em Casegas, ou através dos telefones:
275 663 130 | 275 663 212.

As Cooperadoras da Família de Casegas terão todo o gosto em vos receber.

Partilhar:

Facebook
Twitter
Pinterest
LinkedIn
Relacionado

Outras Notícias

A Grandeza da Pessoa Humana

A ‘Magnifca Humanitas’ convoca-nos para a “apaixonante missão de dar forma ao nosso tempo”, afirma Juan Ambrosio na análise que faz da primeira Encíclica do Papa Leão XIV. Para o professor de teologia da Universidade Católica Portuguesa o documento papal convida-nos a construir uma história onde “a dignidade de cada pessoa seja salvaguardada, a justiça seja promovida e a fraternidade seja possibilitada”, onde “o progresso deve estar ao serviço da pessoa e nunca contra ela”.

Ler Mais >>

A secularidade consagrada vivida no coração do mundo secularizado como presença da Igreja sinodal

Num tempo em que a fé parece afastar-se do espaço público, a secularidade consagrada emerge como um sinal discreto da presença da Igreja no coração da sociedade. Vivendo plenamente inseridos nos ambientes profissionais, culturais e familiares, os consagrados seculares tornam visível uma Igreja sinodal que escuta, dialoga e participa ativamente na construção de um mundo mais humano.

Ler Mais >>

O que não cresce, decresce

Entre a paixão inicial e o compromisso maduro, o matrimónio só floresce quando cresce: exige tempo, renúncia e persistência. Como recorda Furtado Fernandes, “o que não cresce, decresce” e amar é sempre obra em construção do “nós”.

Ler Mais >>