90 mil pulseiras para ajudar crianças perdidas

Arrancou mais um programa “Estou Aqui” para ajudar pais e educadores a encontrar crianças que se perderam.

Desde o dia 1 de junho que estão disponíveis 90 mil pulseiras que ajudam pais e educadores a localizar crianças entre os dois e os 10 anos que estejam perdidas. 

Trata-se da nova edição do programa “Estou aqui”. Um programa que permite, através de uma pulseira, disponibilizada pela Polícia de Segurança Pública (PSP), monitorizar crianças que se perderam. 

Segundo a PSP, as pulseiras, que são pessoais, intransmissíveis e gratuitas, podem ser pedidas no site oficial e ficam disponíveis em poucos dias na esquadra da PSP selecionada.
 

Através deste programa, os pais podem solicitar uma pulseira com um código alfanumérico que permite, no caso da criança se perder, chegar ao contacto com os pais, educadores ou tutores de uma criança, refere a PSP, garantindo que os dados “são única exclusivamente geridos” pela polícia.

As pulseiras distribuídas nesta nova edição de o programa “Estou Aqui” vão ficar ativas até 31 de maio de 2020.

O programa “Estou Aqui” teve início em 2012 e desde então já foram distribuídas quase 300.000 pulseiras, 72.094 das quais na última edição que terminou a 30 de maio.
 

De acordo com a PSP, nos primeiros três anos do programa as pulseiras só estavam ativas durante os meses de verão, passando em 2017 a ter uma duração anual.
 

As pulseiras são válidas em Portugal e podem ser pedidas para crianças portuguesas e estrangeiras. Desde 2012 que a PSP registou três casos de crianças que se perderam e que as pulseiras foram ativadas.

Partilhar:

Facebook
Twitter
Pinterest
LinkedIn
Relacionado

Outras Notícias

Pessoas que vivem com demência

Estantes que abanam, memórias que caem, emoções que permanecem. Foi esta simples metáfora que marcou Juan Ambrosio num encontro dedicado ao tema da demência. Viver com demência é perder memórias, sim, mas é, acima de tudo, continuar a ser pessoa. E, nesse território frágil, o carinho, a presença e a ternura deixam marcas que a doença não apaga.

Ler Mais >>

O elogio milagroso

“Um elogio justo e honesto” pode ser milagroso. A convicção é da professora Goretti Valente, que em época de exames convida a redescobrir o poder de dizer “Tu podes! Tu consegues!”, para levantar ânimos, fortalecer relações e transformar ambientes.

Ler Mais >>

Família é “terreno fértil” para uma cultura do cuidado

O Vaticano publicou o documento ‘A ecologia integral na vida da família’, reafirmando que “os valores que crescem na família são o terreno fértil de onde brota a vida da sociedade”. A nova publicação, fruto do trabalho conjunto de dois dicastérios, quer ajudar as famílias a “viver melhor o cuidado da Criação e de cada pessoa”.

Ler Mais >>

Inteligência artificial e educação – Que pensar? Que fazer?

A inteligência artificial (IA) entrou na escola com as suas potencialidades, mas também com riscos que não podemos ignorar. Entre o artificial e o natural, torna-se essencial refletir sobre o lugar desta tecnologia na educação. E, sobretudo, recordar que nenhuma inovação pode substituir a relação humana que sustenta o ato de ensinar e aprender. A reflexão é do professor Carlos Campos.

Ler Mais >>