O dia é apenas uma data. 24h que passam num instante. Mas a Mãe fica sempre. Aquela que cuida, que protege, que educa, que partilha o choro nas tristeza e o sorriso nas alegrias. A que nos dá colo enquanto criança e a quem damos colo na velhice. Mãe, há só uma. A nossa, a de cada um.
Mas neste dia lembramos outras Mães. Aquelas que estão presas, afastadas dos filhos. Aquelas que viram partir aqueles a quem deram a vida. Ou aquelas que, por inúmeros motivos, perderam o rasto daqueles que um dia deram à luz. Lembramos também outras que assumem o papel de Mãe. As que abrem o coração aos filhos de outros e adotam. Os pais que perante a perda da esposa se vem também no papel de Mãe. E as avós… as avós que nunca deixaram de ser Mães e que continuam a ser as segundas Mães dos netos.
O dia é apenas uma data. A mãe é eterna.
Obrigado Mãe.

Retalhos de amor que dão vida
No Centro de Cooperação Familiar | Lar Betânia, em Fátima, as marchas dos Santos Populares não são apenas uma festa: são um encontro de memórias e afetos que continuam a dar vida aos dias. Este ano, sob o lema “Vidas com História – Retalhos de Amor”, os utentes desfilaram no espaço exterior da instituição levando consigo meses de dedicação, figurinos feitos em conjunto e, sobretudo, pedaços das suas próprias histórias. São fragmentos de coragem, perdas, fé e superação que emocionaram colaboradores e famílias.




