Monsenhor Joaquim Alves Brás faleceu há 55 anos

Foi o fundador da Família Blasiana e pautou a sua vida pela promoção e dignificação da mulher e da família.

A 13 de março assinalam-se 55 anos sobre o falecimento do Venerável Pe. Joaquim Alves Brás. Um homem visionário que nasceu em 1899 em Casegas, concelho da Covilhã, e que pautou a sua vida pela promoção e dignificação da mulher e da família. 

Fundador da Obra de Santa Zita (OSZ), do Instituto Secular das Cooperadoras da Família (ISCF), do Movimento por um Lar Cristão (MLC), do Centro de Cooperação Familiar (CCF) e do Jornal da Família, monsenhor Alves Brás foi pioneiro na Pastoral Familiar. Um trabalho que se traduziu na fundação de inúmeras casas de acolhimento e formação das então chamadas “criadas de servir”. Todo este trabalho teve como objetivo a dignificação, a promoção e santificação da família. 

Hoje, o carisma de Monsenhor Alves Brás ganha “alma” através das Cooperadoras da Família, leigas consagradas, que levam por diante o cuidado da santificação da família e que souberam adaptar-se aos tempos. Apoio à infância e à terceira idade, centros de aconselhamento familiar e matrimonial são as áreas por onde passa a ação das Cooperadoras da Família presentes em Portugal, Brasil, Espanha, França, Itália e Cabinda (Angola).

A sós ou em família, ou em grupos de vida fraterna, o Instituto Secular das Cooperadoras da Família conta com 231 Cooperadoras  e com quatro em formação inicial. 

Foi há 60 anos

O Instituto Secular das Cooperadoras da Família foi fundado pelo Padre Brás em 1933. A 18 de fevereiro  de 1961 a Igreja elevou-o à categoria de Instituto Secular. Foi há 60 anos.

Uma história que começou muito antes e que é referida no decreto de ereção em que se pode ler que  “teve origem na Guarda, no ano de 1933, com  aprovação oral do Ordinário do Lugar”. Mais tarde “foi erigido em Lisboa, como Obra Pia das Cooperadoras da Família, por Decreto de 10 de Janeiro de 1955”. 

Mas foi em 18 de fevereiro de 1961 que foi erigido a Instituto Secular . “Por graça de Deus, espalhou-se felizmente, em muitas dioceses de Portugal. Esta Obra providencial, tão benéfica para as famílias e para a classe  das empregadas domésticas, viu-se finalmente honrada pela Sagrada Congregação dos Religiosos a qual, tendo examinado a sua doutrina e vida, benevolentemente concedeu o NADA OBSTA (Nihil Obstat) no dia 18 de Fevereiro deste ano (mil novecentos e sessenta e um)”, refere o documento. 

Há 60 anos que “o Instituto tem como carisma e missão próprios e específicos o cuidado da santificação da Família, fonte de vida humana e principal agente de transformação do mundo”, pode ler-se no art. 6 das suas Constituições. 

IM

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