“Sou Cooperadora da Família” com Lurdes Gonçalves

É um dos rostos da missão das Cooperadoras da Família. Lurdes Gonçalves conta-nos a história da sua vocação.

Sou Maria de Lurdes Gonçalves, tenho 52 anos e sou de Castro Daire, distrito de Viseu. Sou Cooperadora da Família desde 1993. Foi através da minha participação no grupo de jovens da paróquia que fui descobrindo a minha vocação, nas reuniões de formação. Tive a ajuda do meu pároco que me foi indicando vários caminhos a seguir. Ele teve um papel muito importante na minha caminhada vocacional, bem como noutra jovem que conhecia as Cooperadoras da Família. Fui fazendo uma descoberta ainda que a medo, pois era tudo novo. O que me ajudou a discernir melhor foram vários encontrosque fiz e em cada descoberta ofereci a minha vida a Cristo com total disponibilidade para segui-Lo, não obstante as minhas fragilidades e fraquezas, deixando-me guiarpela Sua voz, e assim cada vez tinha mais a certeza que segui-Lo era o caminho certo.

Depois de largos anos a trabalhar numa empresa, atualmente encontro-me a trabalhar no Jardim de Infância na Obra de Santa Zita em Viseu. Um trabalho muito aliciante onde o meu dia a dia é passado junto das crianças que são puras, verdadeiras, transparentes como a água. Gosto muito do que faço e fico de coração cheio ao ajudar estas crianças a crescer na Fé e no amor a Cristo, com a minha alegria, exemplo, dedicação e carinho. 

Partilho a minha vocação no ato de esperança e de missão ao serviço das Famílias.

Faço um apelo aos jovens. A vida é bela e vale a pena vivê-la ao serviço das famílias, dos pobres e abandonados pela sociedade. Aceitei com alegria e coragem o convite de Jesus Cristo que diz “Não tenham medo de arriscar por mim, porque eu sou a Verdade e a Vida”, aquela pela qual deveis “gastar” a vossa. Porque quanto mais se dá mais se recebe. Vós, jovens, não tenhais medo se Deus vos chamar a um projeto de vida em Cristo.

Lurdes Gonçalves – Cooperadora da Família

Partilhar:

Facebook
Twitter
Pinterest
LinkedIn
Relacionado

Outras Notícias

Casamento como ato de amor e coragem

Num tempo marcado pelo efémero e pelo descarte “é preciso tomar a cultura do cuidado em relação ao matrimónio”, afirma o Pe. Quirino Sapalo, autor do livro “Casamento-to Hoje – Um desperdício de tempo ou ato de coragem”.

Ler Mais >>

Dia Mundial da População

Neste mês, a convite da ONU, assinala-se o Dia Mundial da População. Somos mais, mas não estamos equitativamente distribuídos pelas várias regiões do globo. E qual o papel da Igreja no planeamento e desenvolvimento populacional mundial. Murillo Missaci reflete sobre o tema.

Ler Mais >>

Férias “pedagógicas”

Os meses de verão são, para muitas pessoas, sinónimo de férias em família. Para as crianças são um tempo mais descontraído depois das regras e disciplina do ano letivo. Mas cuidado… não se pode ceder a todas as “exigências” das crianças. Jorge Cotovio, avô de cinco netos, deixa algumas dicas para que as crianças não esqueçam as regras básicas de convivência em período de férias.

Ler Mais >>

Santa Zita, um exemplo de ontem e de hoje, servir e trabalhar na caridade

A história de vida de Santa Zita está intimamente ligada a Lucca, em Itália. Por isso, o Dia de Santa Zita, que se assinala a 27 de abril, ganha aqui mais significado. Que o diga Cristiano Cirillo que neste dia visitou Lucca e a Basílica de San Frediano onde repousam os restos mortais da Santa que deu nome a uma das obras fundadas pelo Padre Alves Brás.

Ler Mais >>

Caneta ou teclado

A crescente digitalização chegou também à escrita e o teclado e o ecrã tomaram o lugar da caneta e do papel. Mas a escrita manual, sobretudo nos primeiros anos de escolaridade, tem um papel primordial no processo de aprendizagem da criança. A professora Goretti Valente explica porquê.

Ler Mais >>

Desafios da adoção

A adoção é sempre um desafio, mas o desafio torna-se ainda maior na adoção de crianças mais velhas, o que leva os pais adotantes a preferir crianças ainda bebés. Furtado Fernandes relata um caso de adoção de dois irmãos, com mais de 6 anos, que contraria a ideia que a adoção de crianças mais velhas é mais problemática.

Ler Mais >>