“O amor nunca foi feito para ficar fechado entre duas pessoas”

Ana Bem e Hélder da Silva celebram este ano 25 anos de casamento e 34 de namoro. São eles que nos ajudam a refletir sobre o Capítulo V da ´Amoris Laetitia’ – O Amor que se torna fecundo. Por entre a vida familiar, a vida profissional e o serviço à Igreja e à comunidade, afirmam que “o amor nunca foi feito para ficar fechado entre duas pessoas” e “nunca fica mais pequeno quando é partilhado”.

O amor no matrimónio: entre a beleza e os desafios

O Capítulo IV da ‘Amoris Laetitia’ ganha vida na voz de João dos Santos Silva e de Maria Margarida Bogalheiro, que revelam um matrimónio construído na entreajuda diária, na amizade e na fé que lança “uma corda” quando “o barco está a afundar”. Há dias que “não são fáceis” e reconhecem que já se deitaram “sem fazer as pazes”. Mas o amor salva o matrimónio.

“Parece que estamos a ler a nossa própria vida”

Dez anos depois da publicação, a ‘Amoris Laetitia’ continua a soar menos como um documento e mais como um espelho. “Parece que estamos a ler a nossa própria vida”, conta o casal Betina Rodrigues e João Miguel Nogueira, que nos mostram como o Capítulo II – dedicado à realidade e aos desafios das famílias – permanece atual.